Pular para o conteúdo principal

Tempo de Juventude.

 Sinto que eu não sou

O que eu era há um tempo atrás
Que já passou, é que eu vivi demais
E o que restou foi 1% da minha paz
Que acabou
Eram tempos que
eu buscava muito mais
Eu esqueci qual a rota
Que me traz
Eu me perdi
Há tanto tempo e tanto faz
Viver aqui
Tempo de juventude
É tão difícil de explicar
A atitude que nós temos
É que há um rio/uma ponte
Que nos fazem naufragar
No horizonte
Tempo de juventude
É tão difícil de explicar
A atitude que nós temos
É que há um rio/uma ponte
Que nos fazem naufragar
No horizonte
Sinto que eu vou percorrer
O meu destino
Eu não vou fazer atalhos no caminho
Eu não sou tão real quanto esse brilho
Que apagou
Eram tempos que
Eu refletia muito mais
E eu sofri com a solidão que ele traz
Eu me perdi
Há tanto tempo e tanto faz
Viver aqui
Tempo de juventude
É tão difícil de explicar
A atitude que nós temos
É que há um rio/uma ponte
Que nos fazem naufragar
No horizonte
Tempo de juventude
É tão difícil de explicar
A atitude que nós temos
É que há um rio/uma ponte
Que nos fazem naufragar
No horizonte

 
                                       Yago Conforte.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Um Rumo Certo.

  E há um rastro que eu deixei Um passo acima do que levei Está coberto na nuvem que vem Um sol/deserto sobre os que não vêem Um rumo certo, um caminho tão longo porém Um rumo certo, o caminho dos que não vêem Eu tô tão perto e tão distante de ser alguém Eu tô incerto, é que na curva eu vejo além De um rumo certo, desta placa que indica porque Eu tô no centro, no meio da chama refém Eu tô tão perto e tão distante de ser alguém Eu tô incerto, é que na curva eu vejo além E há um passo que eu não deixei Há uma voz que eu escuto também Que abre as portas por onde andei São placas tortas, viagens além De um rumo certo, um caminho tão longo porém Um rumo certo, o caminho dos que não veem Eu tô tão perto e tão distante de ser alguém Eu tô incerto, é que na curva eu vejo além De um rumo certo, desta placa que indica porque Eu tô no centro, no meio da chama refém Eu tô tão perto e tão distante de ser alguém Eu tô incerto, é que na curva eu vejo além            ...

O Sol.

  O sol não vai abrir Nem vai ficar pra eu seguir E só há uma nuvem no céu Fechando o tempo pra apagar A juventude que a ainda há Trajando o brilho que apagou Traçando a rota pelo olhar Vivendo o que restou Onde ele não vai abrir mais Hoje ele não quer sair mais Onde ele não vai ouvir mais Nada além de paz (2x) O sol não quer sair Nem quer raiar onde eu vi E só há a neblina no céu Cortando a vista do meu olhar Que ainda treme ao perceber Que você não voltar Os olhos úmidos pra esquecer A névoa turva que há no ar Onde ele não vai abrir mais Hoje ele não quer sair mais Onde ele não vai ouvir mais Nada além de paz (2x)                                        Yago Conforte.

Afinal de Contas.

 afinal de contas quais as contas do passado? afinal de contas, não nascemos acabados no fim das contas tô mais velho e cansado nos anos 2000 tudo que eu tenho é o passado  o passado te condena  e teu crime não compensa  se o passado é uma roupa que não nos serve mais qual o fardo carregamos em crises emocionais  uma nova edição de uma revista em português com cenas de sexo, mentiras e nudez  todo erro do passado  na bagagem pessoal  da impressora da memória  do encontro casual "wild Heart" arquiteta o coração  "Oscar Niemeyer" arquitetos de plantão  "On the road na estrada, na alma embriagada" Aquele conto do passado do corvo na madrugada afinal de contas quais as contas do passado? afinal de contas, não nascemos acabados no fim das contas tô mais velho e cansado nos anos 2000 tudo que eu tenho é o passado  o passado te condena  e teu crime não compensa  se o passado é uma roupa que não nos serve mais qual o fardo ca...