Pular para o conteúdo principal

Caneta Estourada.

 (gaita)


É que eu nasci com a caneta estourada no peito

Por isso que tudo que eu amo, vira poesia

num quarto estranho, no sol do dia-a-dia 

as paredes do meu quarto tem pedaços do resto do seu peito 

questões sociais, sintetizando o desrespeito 

a carne do meu coração baleada por seu nome 

minhas palavras mordendo nossos beijos 

amor pelos culpados 

amor pelo ''o estrangeiro'' 

eles nos dão a sentença 

e nos tornamos passageiros 


(gaita) 


todos os papéis na sua impressora da memória

contando os minutos, esperando o agora 



poesia na estrada/na rua/na alma embriagada 

dois escritores

na verdade são frases fragmentadas 


(gaita) 



É que eu nasci com a poesia estourada no peito

Por isso que tudo que eu amo, se torna sintonia

solidão de cem anos, solidão com frente fria

as paredes do meu quarto tem pedaços do resto do seu peito 

questões sociais, sintetizando o desrespeito  

da carne do meu coração baleada por seu nome 

minhas palavras mordendo nossos beijos 

amor pelos culpados 

amor pelo ''o estrangeiro'' 

eles nos dão a sentença 

e nos tornamos passageiros

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

O Sol.

  O sol não vai abrir Nem vai ficar pra eu seguir E só há uma nuvem no céu Fechando o tempo pra apagar A juventude que a ainda há Trajando o brilho que apagou Traçando a rota pelo olhar Vivendo o que restou Onde ele não vai abrir mais Hoje ele não quer sair mais Onde ele não vai ouvir mais Nada além de paz (2x) O sol não quer sair Nem quer raiar onde eu vi E só há a neblina no céu Cortando a vista do meu olhar Que ainda treme ao perceber Que você não voltar Os olhos úmidos pra esquecer A névoa turva que há no ar Onde ele não vai abrir mais Hoje ele não quer sair mais Onde ele não vai ouvir mais Nada além de paz (2x)                                        Yago Conforte.

Canção de Minas - Yago Conforte

  A hora vai escrever a canção de Minas Agora vai do coração, tão bela às ruínas Minas Gerais é nossa, em versos e rimas Das catedrais, belo horizonte ou Centralina A fumaça do trem, do café, envolve meu corpo Tiradentes também numa estátua remete o teu povo Diz o corvo além: "nunca mais" o poeta de novo Escreve pra quem? Faz poema com teu nome Porto Dos biomas daqui, só se leva a memória no peito Nossa bandeira também diz muito ao nosso respeito Nas ruas centenárias, nas estradas que cortam a vida São tuas as viagens, pela janela cada um é uma ilha

Afinal de Contas.

 afinal de contas quais as contas do passado? afinal de contas, não nascemos acabados no fim das contas tô mais velho e cansado nos anos 2000 tudo que eu tenho é o passado  o passado te condena  e teu crime não compensa  se o passado é uma roupa que não nos serve mais qual o fardo carregamos em crises emocionais  uma nova edição de uma revista em português com cenas de sexo, mentiras e nudez  todo erro do passado  na bagagem pessoal  da impressora da memória  do encontro casual "wild Heart" arquiteta o coração  "Oscar Niemeyer" arquitetos de plantão  "On the road na estrada, na alma embriagada" Aquele conto do passado do corvo na madrugada afinal de contas quais as contas do passado? afinal de contas, não nascemos acabados no fim das contas tô mais velho e cansado nos anos 2000 tudo que eu tenho é o passado  o passado te condena  e teu crime não compensa  se o passado é uma roupa que não nos serve mais qual o fardo ca...