Pular para o conteúdo principal

Caneta Estourada.

 (gaita)


É que eu nasci com a caneta estourada no peito

Por isso que tudo que eu amo, vira poesia

num quarto estranho, no sol do dia-a-dia 

as paredes do meu quarto tem pedaços do resto do seu peito 

questões sociais, sintetizando o desrespeito 

a carne do meu coração baleada por seu nome 

minhas palavras mordendo nossos beijos 

amor pelos culpados 

amor pelo ''o estrangeiro'' 

eles nos dão a sentença 

e nos tornamos passageiros 


(gaita) 


todos os papéis na sua impressora da memória

contando os minutos, esperando o agora 



poesia na estrada/na rua/na alma embriagada 

dois escritores

na verdade são frases fragmentadas 


(gaita) 



É que eu nasci com a poesia estourada no peito

Por isso que tudo que eu amo, se torna sintonia

solidão de cem anos, solidão com frente fria

as paredes do meu quarto tem pedaços do resto do seu peito 

questões sociais, sintetizando o desrespeito  

da carne do meu coração baleada por seu nome 

minhas palavras mordendo nossos beijos 

amor pelos culpados 

amor pelo ''o estrangeiro'' 

eles nos dão a sentença 

e nos tornamos passageiros

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Um Rumo Certo.

  E há um rastro que eu deixei Um passo acima do que levei Está coberto na nuvem que vem Um sol/deserto sobre os que não vêem Um rumo certo, um caminho tão longo porém Um rumo certo, o caminho dos que não vêem Eu tô tão perto e tão distante de ser alguém Eu tô incerto, é que na curva eu vejo além De um rumo certo, desta placa que indica porque Eu tô no centro, no meio da chama refém Eu tô tão perto e tão distante de ser alguém Eu tô incerto, é que na curva eu vejo além E há um passo que eu não deixei Há uma voz que eu escuto também Que abre as portas por onde andei São placas tortas, viagens além De um rumo certo, um caminho tão longo porém Um rumo certo, o caminho dos que não veem Eu tô tão perto e tão distante de ser alguém Eu tô incerto, é que na curva eu vejo além De um rumo certo, desta placa que indica porque Eu tô no centro, no meio da chama refém Eu tô tão perto e tão distante de ser alguém Eu tô incerto, é que na curva eu vejo além            ...

O Sol.

  O sol não vai abrir Nem vai ficar pra eu seguir E só há uma nuvem no céu Fechando o tempo pra apagar A juventude que a ainda há Trajando o brilho que apagou Traçando a rota pelo olhar Vivendo o que restou Onde ele não vai abrir mais Hoje ele não quer sair mais Onde ele não vai ouvir mais Nada além de paz (2x) O sol não quer sair Nem quer raiar onde eu vi E só há a neblina no céu Cortando a vista do meu olhar Que ainda treme ao perceber Que você não voltar Os olhos úmidos pra esquecer A névoa turva que há no ar Onde ele não vai abrir mais Hoje ele não quer sair mais Onde ele não vai ouvir mais Nada além de paz (2x)                                        Yago Conforte.

Afinal de Contas.

 afinal de contas quais as contas do passado? afinal de contas, não nascemos acabados no fim das contas tô mais velho e cansado nos anos 2000 tudo que eu tenho é o passado  o passado te condena  e teu crime não compensa  se o passado é uma roupa que não nos serve mais qual o fardo carregamos em crises emocionais  uma nova edição de uma revista em português com cenas de sexo, mentiras e nudez  todo erro do passado  na bagagem pessoal  da impressora da memória  do encontro casual "wild Heart" arquiteta o coração  "Oscar Niemeyer" arquitetos de plantão  "On the road na estrada, na alma embriagada" Aquele conto do passado do corvo na madrugada afinal de contas quais as contas do passado? afinal de contas, não nascemos acabados no fim das contas tô mais velho e cansado nos anos 2000 tudo que eu tenho é o passado  o passado te condena  e teu crime não compensa  se o passado é uma roupa que não nos serve mais qual o fardo ca...