(gaita)
É que eu nasci com a caneta estourada no peito
Por isso que tudo que eu amo, vira poesia
num quarto estranho, no sol do dia-a-dia
as paredes do meu quarto tem pedaços do resto do seu peito
questões sociais, sintetizando o desrespeito
a carne do meu coração baleada por seu nome
minhas palavras mordendo nossos beijos
amor pelos culpados
amor pelo ''o estrangeiro''
eles nos dão a sentença
e nos tornamos passageiros
(gaita)
todos os papéis na sua impressora da memória
contando os minutos, esperando o agora
poesia na estrada/na rua/na alma embriagada
dois escritores
na verdade são frases fragmentadas
(gaita)
É que eu nasci com a poesia estourada no peito
Por isso que tudo que eu amo, se torna sintonia
solidão de cem anos, solidão com frente fria
as paredes do meu quarto tem pedaços do resto do seu peito
questões sociais, sintetizando o desrespeito
da carne do meu coração baleada por seu nome
minhas palavras mordendo nossos beijos
amor pelos culpados
amor pelo ''o estrangeiro''
eles nos dão a sentença
e nos tornamos passageiros
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