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Conflito da Paz.

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O Sol.

  O sol não vai abrir Nem vai ficar pra eu seguir E só há uma nuvem no céu Fechando o tempo pra apagar A juventude que a ainda há Trajando o brilho que apagou Traçando a rota pelo olhar Vivendo o que restou Onde ele não vai abrir mais Hoje ele não quer sair mais Onde ele não vai ouvir mais Nada além de paz (2x) O sol não quer sair Nem quer raiar onde eu vi E só há a neblina no céu Cortando a vista do meu olhar Que ainda treme ao perceber Que você não voltar Os olhos úmidos pra esquecer A névoa turva que há no ar Onde ele não vai abrir mais Hoje ele não quer sair mais Onde ele não vai ouvir mais Nada além de paz (2x)                                        Yago Conforte.

Um Rumo Certo.

  E há um rastro que eu deixei Um passo acima do que levei Está coberto na nuvem que vem Um sol/deserto sobre os que não vêem Um rumo certo, um caminho tão longo porém Um rumo certo, o caminho dos que não vêem Eu tô tão perto e tão distante de ser alguém Eu tô incerto, é que na curva eu vejo além De um rumo certo, desta placa que indica porque Eu tô no centro, no meio da chama refém Eu tô tão perto e tão distante de ser alguém Eu tô incerto, é que na curva eu vejo além E há um passo que eu não deixei Há uma voz que eu escuto também Que abre as portas por onde andei São placas tortas, viagens além De um rumo certo, um caminho tão longo porém Um rumo certo, o caminho dos que não veem Eu tô tão perto e tão distante de ser alguém Eu tô incerto, é que na curva eu vejo além De um rumo certo, desta placa que indica porque Eu tô no centro, no meio da chama refém Eu tô tão perto e tão distante de ser alguém Eu tô incerto, é que na curva eu vejo além            ...

Tempo de Juventude.

  Sinto que eu não sou O que eu era há um tempo atrás Que já passou, é que eu vivi demais E o que restou foi 1% da minha paz Que acabou Eram tempos que eu buscava muito mais Eu esqueci qual a rota Que me traz Eu me perdi Há tanto tempo e tanto faz Viver aqui Tempo de juventude É tão difícil de explicar A atitude que nós temos É que há um rio/uma ponte Que nos fazem naufragar No horizonte Tempo de juventude É tão difícil de explicar A atitude que nós temos É que há um rio/uma ponte Que nos fazem naufragar No horizonte Sinto que eu vou percorrer O meu destino Eu não vou fazer atalhos no caminho Eu não sou tão real quanto esse brilho Que apagou Eram tempos que Eu refletia muito mais E eu sofri com a solidão que ele traz Eu me perdi Há tanto tempo e tanto faz Viver aqui Tempo de juventude É tão difícil de explicar A atitude que nós temos É que há um rio/uma ponte Que nos fazem naufragar No horizonte Tempo de juventude É tão difícil de explicar A atitude que nós temos É que há um rio/um...

Canção de Minas - Yago Conforte

  A hora vai escrever a canção de Minas Agora vai do coração, tão bela às ruínas Minas Gerais é nossa, em versos e rimas Das catedrais, belo horizonte ou Centralina A fumaça do trem, do café, envolve meu corpo Tiradentes também numa estátua remete o teu povo Diz o corvo além: "nunca mais" o poeta de novo Escreve pra quem? Faz poema com teu nome Porto Dos biomas daqui, só se leva a memória no peito Nossa bandeira também diz muito ao nosso respeito Nas ruas centenárias, nas estradas que cortam a vida São tuas as viagens, pela janela cada um é uma ilha

Quem é Você?

 O que fazer quando a vida não é solução Quando as grades te prendem na mão E te fascinam sem saber o porquê Quem é você? Na chuva quente desse verão Com a porta aberta pela visão Da fechadura ninguém pode ver Não vá esquecer da razão Alça de mira, miragem ou não Num telescópio o ópio-visão Pra transformar a vida em prisão Pra nos enlouquecer de uma vez Um vinho tinto, tintagem no mês Um céu azul, vida cinza outra vez Segunda-feira refém de vocês Até quando seremos assim? Ser eternos, escravos do fim Que acaba e você nem vai ver O produto final que é você Numa Coca-Cola enlatada Num maço de cigarro amassado Qual vida você escolheu? E qual vive por medo dos teus?

Xeque - Mate Global

 Verdade em frente ao tribunal Seguir em frente ou olhar pro final Na verdade somos telhas no acaso Realidade eterna em transe final No poema uma carta que diz Beirar o fim de um poeta infeliz Felizmente voltamos ao pó E comumente viramos um só Segue um jogo na data real Às de copas no jogo final No xeque-mate que soa global Move a peça num transe final (Que soa global, que é marginal, que inventa o final) voz abafada e bateria Reis reais... Reais finais... 2X Dentro da tela há alguém que diz: "Feche os olhos, tampe o nariz" E não importa quem mais você é Aqui se exporta, se vende o Pelé" Um ciclo abre em frente a TV Comprar, vender, trabalhar pra viver Pra no final perceber que é você Que mata e morre sem medo de ver Segue o jogo na data real Às de copas no jogo final No xeque-mate que soa global Move a peça num transe final Yago Conforte.